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	<title>Comentários sobre Mundorama</title>
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	<link>http://mundorama.net</link>
	<description>Divulgação Científica em Relações Internacionais - ISSN 2175-2052</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jan 2012 19:02:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre International Security and global governance: Strengthening the role of BRICS to facilitate conflict management, by Renata Thiebaut por tranlac</title>
		<link>http://mundorama.net/2011/09/14/international-security-and-global-governance-strengthening-the-role-of-brics-to-facilitate-conflict-management-by-renata-thiebaut/comment-page-1/#comment-2718</link>
		<dc:creator><![CDATA[tranlac]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 19:02:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Great article. I also agree than the BRICS have a great potential to become in the near future a well structured group.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Great article. I also agree than the BRICS have a great potential to become in the near future a well structured group.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O governo Obama e a mudança nos parâmetros definidores da política externa norte-americana: uma análise contemporânea a partir das raízes sociológicas dos Estados Unidos, por Bruno Hendler por Fernando</title>
		<link>http://mundorama.net/2011/04/14/o-governo-obama-e-a-mudanca-nos-parametros-definidores-da-politica-externa-norte-americana-uma-analise-contemporanea-a-partir-das-raizes-sociologicas-dos-estados-unidos-por-bruno-hendler/comment-page-2/#comment-2717</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 20:00:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Agora que faco este comentario, acabei de fazer uma grande descoberta. Refiro-me a este site. Sou curioso de Relacoes Internacionais. Espero aprender muito neste espaco.
 

Interessante a leitura sobre a Politica Externa Americana. Estas duas correntes de pensamento, quando lidos de forma estatica, parecem contraditorias. Mas na verdade os norte americanos usam o hard para impor o soft. entretantanto.
A guerra serve como instrumento para impor seus valores (the american way of life)  e interesses.



Abraco forte de Fernando Cossa, Mocambique]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que faco este comentario, acabei de fazer uma grande descoberta. Refiro-me a este site. Sou curioso de Relacoes Internacionais. Espero aprender muito neste espaco.</p>
<p>Interessante a leitura sobre a Politica Externa Americana. Estas duas correntes de pensamento, quando lidos de forma estatica, parecem contraditorias. Mas na verdade os norte americanos usam o hard para impor o soft. entretantanto.<br />
A guerra serve como instrumento para impor seus valores (the american way of life)  e interesses.</p>
<p>Abraco forte de Fernando Cossa, Mocambique</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Irã: Entre a Pressão Internacional e a Guerra, por Pio Penna Filho por Matheus Leme da Silva</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/19/ira-entre-a-pressao-internacional-e-a-guerra-por-pio-penna-filho/comment-page-1/#comment-2716</link>
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Leme da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 01:07:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cafemundorama.wordpress.com/?p=9211#comment-2716</guid>
		<description><![CDATA[Adorei o texto Professor! Sou aluno do Ensino Médio, já tentando entrar pra área de RI. Este texto foi muito claro e conciso. Obrigado pela explicação :D]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei o texto Professor! Sou aluno do Ensino Médio, já tentando entrar pra área de RI. Este texto foi muito claro e conciso. Obrigado pela explicação :D</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Reflexos da inserção internacional do Brasil sobre seu pensamento estratégico de defesa, por Paulo Roberto Laraburu por Carlos Eduardo Vidigal</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/23/reflexos-da-insercao-internacional-do-brasil-sobre-seu-pensamento-estrategico-de-defesa-por-paulo-roberto-laraburu/comment-page-1/#comment-2715</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vidigal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:14:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9218#comment-2715</guid>
		<description><![CDATA[O texto de Paulo Roberto Laraburu traz uma reflexão importante para a política de defesa do Brasil, com qualidade pouco comum na produção acadêmica brasileira, na medida em que consegue, com maestria, articular noções de teoria com o fazer das relações internacionais e de defesa. Entretanto, duas observações se fazem necessárias.
A referência inicial aos EUA nos remete a um país que não restringe sua política às demandas de defesa propriamente dita, mas que é o virtual hegemon do nosso mundo contemporâneo, o que pode gerar equívocos de proporção em relação às forças nacionais. 
A outra observação é que &quot;para o Brasil poder dizer não quando precisar dizer não&quot; são necessárias mais do que belas palavras. Este é um princípio que não condiz com nossa trajetória histórica e sociopolítica. Se pensarmos na tradição inaugurada (?) pelo Rio Branco, o Barão, devemos nos lembrar que a estratégia da época - se é que era estratégia - era estar com os EUA, não de maneira submissa, mas ao lado da potência emergente de então. Qual seria o limite desse &quot;estar ao lado&quot;?
Se considerarmos o apoio brasileiro a Zelaya, em Honduras, e a proposta negociada para o tema do programa nuclear iraniano, formulada juntamente com a Turquia, os limites surgem de forma inequívoca: o controle norte-americano da América Central, que não admite sócios, e a força extraordinária que EUA, Israel e Europa ocidental têm para dizer quem pode e quem não pode ter programa nuclear, mesmo pacífico. Ao Brasil, o direito de espernear.
Enfim, o Brasil não conseguirá dizer não quando desejar dizer não. Transitará de um não retumbante para um não acanhado; deste para um &quot;pode ser&quot;; do pode ser para um sim com ressalvas. Ressalvas não são lembradas na História.

Dr. Carlos Eduardo Vidigal
Departamento de História
cvidigal@gmail.com]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto de Paulo Roberto Laraburu traz uma reflexão importante para a política de defesa do Brasil, com qualidade pouco comum na produção acadêmica brasileira, na medida em que consegue, com maestria, articular noções de teoria com o fazer das relações internacionais e de defesa. Entretanto, duas observações se fazem necessárias.<br />
A referência inicial aos EUA nos remete a um país que não restringe sua política às demandas de defesa propriamente dita, mas que é o virtual hegemon do nosso mundo contemporâneo, o que pode gerar equívocos de proporção em relação às forças nacionais.<br />
A outra observação é que &#8220;para o Brasil poder dizer não quando precisar dizer não&#8221; são necessárias mais do que belas palavras. Este é um princípio que não condiz com nossa trajetória histórica e sociopolítica. Se pensarmos na tradição inaugurada (?) pelo Rio Branco, o Barão, devemos nos lembrar que a estratégia da época &#8211; se é que era estratégia &#8211; era estar com os EUA, não de maneira submissa, mas ao lado da potência emergente de então. Qual seria o limite desse &#8220;estar ao lado&#8221;?<br />
Se considerarmos o apoio brasileiro a Zelaya, em Honduras, e a proposta negociada para o tema do programa nuclear iraniano, formulada juntamente com a Turquia, os limites surgem de forma inequívoca: o controle norte-americano da América Central, que não admite sócios, e a força extraordinária que EUA, Israel e Europa ocidental têm para dizer quem pode e quem não pode ter programa nuclear, mesmo pacífico. Ao Brasil, o direito de espernear.<br />
Enfim, o Brasil não conseguirá dizer não quando desejar dizer não. Transitará de um não retumbante para um não acanhado; deste para um &#8220;pode ser&#8221;; do pode ser para um sim com ressalvas. Ressalvas não são lembradas na História.</p>
<p>Dr. Carlos Eduardo Vidigal<br />
Departamento de História<br />
<a href="mailto:cvidigal@gmail.com">cvidigal@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Os testes de mísseis iranianos e a construção de eventos relevantes para a segurança internacional, por Marcos Valle Machado da Silva por Diego Vega</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/02/os-testes-de-misseis-iranianos-e-a-construcao-de-eventos-relevantes-para-a-seguranca-internacional-por-marcos-valle-machado-da-silva/comment-page-1/#comment-2714</link>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Vega]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 10:51:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9172#comment-2714</guid>
		<description><![CDATA[Prezado Marcos Machado,

Acredito que seja semrpe positivo discutir de que forma a imprensa aborda as relações internacionais. Reconheço que existe, em muitos veículos, uma rejeição a compreender países não-ocidentais, tratando-os como irracionais ou perigosos.

Eu sou editor de internacional em uma rede de televisão, e nessa condição, venho aqui tentar esclarecer quais foram os aspectos que me levaram a publicar os supracitados exercícios militares iranianos (que incluíram testes de mísseis de médio alcance, mas não se limitaram a eles). Espero demonstrar que em nenhum momento, ao menos de minha parte, houve objetivo de dizer que a Repúlica Iraniana seja mais ou menos perigosa, em si.

1) O aspecto mais imediato é que as redes internacionais de vídeos noticiosos que alimentam redações em todo o mundo (como a Reuters) tinham muitas imagens desses exercícios, e elas eram boas (filmadas de perto, com áudio dos lançamentos de vários dos mísseis, ângulos variados e boa qualidade de captação). Sem isso, a divulgação da notícia seria impossível. Mas com essas imagens, ganha-se certa capacidade de chamar a atenção do público leigo para um assunto ao qual geralmente não daria atenção. São cenas fortes, que atraem o telespectador.

2) Mas perceba que esta questão não é meramente técnica: as imagens divulgadas globalmente foram filmadas pelas próprias Forças Armadas Iranianas. E elas não apenas as deixaram à disposição do mundo, como fizeram transmissão delas na televisão iraniana. Tratou-se de estratégia pública para ganhar apoio interno (o que também acontece com o programa nuclear do país, tratado como orgulho nacional) e para fazer dissuassão no cenário externo. De um certo modo, portanto, quem divulgou essas imagens na televisão brasileira, atendeu a objetivos planejados pelo próprio Irã (ou, ao menos, por uma ala do regime iraniana, que como se sabe, é muito fragmentado)

3) Minha decisão pessoal de dar a notícia também se relaciona com o aspecto mais amplo da situação no Golfo Pérsico: os exercícios militares ali realizados pelas Forças Armadas iranianas foram uma demonstração de força. E é por isso que foram amplamente filmadas e divulgadas. E essa demonstração teve um objetivo: demonstrar que o Irã tem capacidade para fechar o Estreito de Ormuz, cumprindo a ameaça que fez, caso sanções contra o país não sejam retiradas. (Não me cabe, aqui ou na edição de notícias, definir se a estratégia iraniana é correta ou não; mas sim noticiar que as Forças Armadas Iranianas decidiram fazer esse espetáculo militar, em um contexto de tensão com potências européias).

4) Por fim, além de serem uma notícia em si (como espero ter demonstrado acima), os exercícios militares iranianos tiveram repercussões entre atores da política internacional. Líderes de outros países criticaram e disseram se sentir ameaçados. Ainda que possam ser parte de uma estrtégia retórica para isolar o Irã, tais afirmações fazem parte do contexto em que o Irã decidiu se colocar quando fez (e divulgou) os exercícios. E são fato noticioso.

Os outros lançamentos de mísseis citados em seu artigo não cumprem esses requisitos. (1) não tiveram filmagens de boa qualidade divulgadas à imprensa mundial; (2) não foram feitos com o objetivo de demonstrar na imprensa mundial qualquer capacidade de poder; (3) não se relacionam diretamente a tensões imediatas entre países; (4) não tiveram repercussão digna de nota da parte de líderes de outros países. Por isso, não foram noticiadas (ao menos por mim).

Em nenhum momento, pretendi dizer que o Irã seja mais ou menos perigoso por fazer tais exercícios. Pelo contrário, busquei deixar claro de que forma o país se defende das acusações, dizendo que seu programa nuclear é pacífico (razão das sanções econômicas aplicadas pelos EUA, e agora também pela UE); e que ameaçou fechar o estreito de Ormuz como estratégia de resposta à pressão que vem sofrendo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Marcos Machado,</p>
<p>Acredito que seja semrpe positivo discutir de que forma a imprensa aborda as relações internacionais. Reconheço que existe, em muitos veículos, uma rejeição a compreender países não-ocidentais, tratando-os como irracionais ou perigosos.</p>
<p>Eu sou editor de internacional em uma rede de televisão, e nessa condição, venho aqui tentar esclarecer quais foram os aspectos que me levaram a publicar os supracitados exercícios militares iranianos (que incluíram testes de mísseis de médio alcance, mas não se limitaram a eles). Espero demonstrar que em nenhum momento, ao menos de minha parte, houve objetivo de dizer que a Repúlica Iraniana seja mais ou menos perigosa, em si.</p>
<p>1) O aspecto mais imediato é que as redes internacionais de vídeos noticiosos que alimentam redações em todo o mundo (como a Reuters) tinham muitas imagens desses exercícios, e elas eram boas (filmadas de perto, com áudio dos lançamentos de vários dos mísseis, ângulos variados e boa qualidade de captação). Sem isso, a divulgação da notícia seria impossível. Mas com essas imagens, ganha-se certa capacidade de chamar a atenção do público leigo para um assunto ao qual geralmente não daria atenção. São cenas fortes, que atraem o telespectador.</p>
<p>2) Mas perceba que esta questão não é meramente técnica: as imagens divulgadas globalmente foram filmadas pelas próprias Forças Armadas Iranianas. E elas não apenas as deixaram à disposição do mundo, como fizeram transmissão delas na televisão iraniana. Tratou-se de estratégia pública para ganhar apoio interno (o que também acontece com o programa nuclear do país, tratado como orgulho nacional) e para fazer dissuassão no cenário externo. De um certo modo, portanto, quem divulgou essas imagens na televisão brasileira, atendeu a objetivos planejados pelo próprio Irã (ou, ao menos, por uma ala do regime iraniana, que como se sabe, é muito fragmentado)</p>
<p>3) Minha decisão pessoal de dar a notícia também se relaciona com o aspecto mais amplo da situação no Golfo Pérsico: os exercícios militares ali realizados pelas Forças Armadas iranianas foram uma demonstração de força. E é por isso que foram amplamente filmadas e divulgadas. E essa demonstração teve um objetivo: demonstrar que o Irã tem capacidade para fechar o Estreito de Ormuz, cumprindo a ameaça que fez, caso sanções contra o país não sejam retiradas. (Não me cabe, aqui ou na edição de notícias, definir se a estratégia iraniana é correta ou não; mas sim noticiar que as Forças Armadas Iranianas decidiram fazer esse espetáculo militar, em um contexto de tensão com potências européias).</p>
<p>4) Por fim, além de serem uma notícia em si (como espero ter demonstrado acima), os exercícios militares iranianos tiveram repercussões entre atores da política internacional. Líderes de outros países criticaram e disseram se sentir ameaçados. Ainda que possam ser parte de uma estrtégia retórica para isolar o Irã, tais afirmações fazem parte do contexto em que o Irã decidiu se colocar quando fez (e divulgou) os exercícios. E são fato noticioso.</p>
<p>Os outros lançamentos de mísseis citados em seu artigo não cumprem esses requisitos. (1) não tiveram filmagens de boa qualidade divulgadas à imprensa mundial; (2) não foram feitos com o objetivo de demonstrar na imprensa mundial qualquer capacidade de poder; (3) não se relacionam diretamente a tensões imediatas entre países; (4) não tiveram repercussão digna de nota da parte de líderes de outros países. Por isso, não foram noticiadas (ao menos por mim).</p>
<p>Em nenhum momento, pretendi dizer que o Irã seja mais ou menos perigoso por fazer tais exercícios. Pelo contrário, busquei deixar claro de que forma o país se defende das acusações, dizendo que seu programa nuclear é pacífico (razão das sanções econômicas aplicadas pelos EUA, e agora também pela UE); e que ameaçou fechar o estreito de Ormuz como estratégia de resposta à pressão que vem sofrendo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Ron Paul: as primárias republicanas e a política externa americana, por Carlos Góes e Henrique Barbosa por Henrique Sartori</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/22/ron-paul-as-primarias-republicanas-e-a-politica-externa-americana-por-carlos-goes-e-henrique-barbosa/comment-page-1/#comment-2713</link>
		<dc:creator><![CDATA[Henrique Sartori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:53:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9214#comment-2713</guid>
		<description><![CDATA[Parabéns aos autores pelo trabalho. Gostei da leitura.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns aos autores pelo trabalho. Gostei da leitura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Mudanças na economia mundial: perspectiva histórica de longo prazo, por Paulo Roberto de Almeida por Claiton Almeida Ramos</title>
		<link>http://mundorama.net/2010/05/03/mudancas-na-economia-mundial-perspectiva-historica-de-longo-prazo-por-paulo-roberto-de-almeida/comment-page-1/#comment-2707</link>
		<dc:creator><![CDATA[Claiton Almeida Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 06:05:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dr. Paulo Almeida, discorrer tão claramente sobre um tema tão vasto e complexo por si só como o é a economia, já é um feito. Ainda apresentar uma linha histórico-evolutiva de, pelo menos, quinhentos anos; tangenciar aos nossos dias e, por fim, esboçar um certo prognóstico, absolutamente, lógico, didático e conciso como em tão apertadas linhas, alhures foi feito, me faz lembrar a rara habilidade de outro admirável, Dr. Paulo Brossard, que - quase sempre - conseguia resumir centenas de linhas e dezenas de páginas, em uma ou no máximo duas laudas, e o mais importante: Com total sentido, lógica, concisão, clareza, qualidade e densidade. Ou seja, do mesmo modo que o prezado articulista  fez, para leitores em geral,  como até mesmo eu, Advogado, e que não possuo maiores intimidades com a economia. Parabéns!   Por fim, apenas anoto, em consonância ao comentário da Sra. Regina, e, rogando venia para aditar: ao meu sentir,  todo e qualquer desenvolvimento de uma nação  passa, necessariamente, pela educação e cultura de seu povo. A carência ou inexistência destas, resultam, como aqui mesmo visto, em equívocos, ou até mesmo em lamentáveis manifestações ininteligíveis, sejam de teor e sentido, quanto, até mesmo, gráficas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Paulo Almeida, discorrer tão claramente sobre um tema tão vasto e complexo por si só como o é a economia, já é um feito. Ainda apresentar uma linha histórico-evolutiva de, pelo menos, quinhentos anos; tangenciar aos nossos dias e, por fim, esboçar um certo prognóstico, absolutamente, lógico, didático e conciso como em tão apertadas linhas, alhures foi feito, me faz lembrar a rara habilidade de outro admirável, Dr. Paulo Brossard, que &#8211; quase sempre &#8211; conseguia resumir centenas de linhas e dezenas de páginas, em uma ou no máximo duas laudas, e o mais importante: Com total sentido, lógica, concisão, clareza, qualidade e densidade. Ou seja, do mesmo modo que o prezado articulista  fez, para leitores em geral,  como até mesmo eu, Advogado, e que não possuo maiores intimidades com a economia. Parabéns!   Por fim, apenas anoto, em consonância ao comentário da Sra. Regina, e, rogando venia para aditar: ao meu sentir,  todo e qualquer desenvolvimento de uma nação  passa, necessariamente, pela educação e cultura de seu povo. A carência ou inexistência destas, resultam, como aqui mesmo visto, em equívocos, ou até mesmo em lamentáveis manifestações ininteligíveis, sejam de teor e sentido, quanto, até mesmo, gráficas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Os testes de mísseis iranianos e a construção de eventos relevantes para a segurança internacional, por Marcos Valle Machado da Silva por Claudio</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/02/os-testes-de-misseis-iranianos-e-a-construcao-de-eventos-relevantes-para-a-seguranca-internacional-por-marcos-valle-machado-da-silva/comment-page-1/#comment-2706</link>
		<dc:creator><![CDATA[Claudio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:40:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9172#comment-2706</guid>
		<description><![CDATA[Prezados senhores,a questao sobre os testes de misseis iranianos ,nao e voltada para a questao dos testes em si,mas por quem,pois ate onde sei ,tanto os EUA,Gra- Bretanha,ou Russia,nao tem por ordem do dia aniquilar um pais ,qualquer que seja ele,e este senhor Mahmud,tem e nao somente tem como participa ativamente como agente financiador,volto a dizer a questao nao e sobre paises ou povos,mas sobre governos,existem governos e governos,as intencoes e que contam,quanto a arabefobia,nao creio na sua existencia,pois todos os mulcumanos nao sao terroristas,porem todos os terroristas infelizmente sao mulcumanos!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados senhores,a questao sobre os testes de misseis iranianos ,nao e voltada para a questao dos testes em si,mas por quem,pois ate onde sei ,tanto os EUA,Gra- Bretanha,ou Russia,nao tem por ordem do dia aniquilar um pais ,qualquer que seja ele,e este senhor Mahmud,tem e nao somente tem como participa ativamente como agente financiador,volto a dizer a questao nao e sobre paises ou povos,mas sobre governos,existem governos e governos,as intencoes e que contam,quanto a arabefobia,nao creio na sua existencia,pois todos os mulcumanos nao sao terroristas,porem todos os terroristas infelizmente sao mulcumanos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre China e EUA: as complexas relações entre dois gigantes, por Arnaldo José da Luz por Renato P.</title>
		<link>http://mundorama.net/2011/01/31/china-e-eua-as-complexas-relacoes-entre-dois-gigantes-por-arnaldo-jose-da-luz/comment-page-1/#comment-2705</link>
		<dc:creator><![CDATA[Renato P.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:30:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=7192#comment-2705</guid>
		<description><![CDATA[Eu diria que é esse o jogo, enquanto um sobe o outro desce... o que prevalece é o capital.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu diria que é esse o jogo, enquanto um sobe o outro desce&#8230; o que prevalece é o capital.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Why Japan Shouldn’t Say Sayonara to its Nuclear Energy, por Diogo Mamoru Ide por Artur Machado</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/03/why-japan-shouldnt-say-sayonara-to-its-nuclear-energy-por-diogo-mamoru-ide/comment-page-1/#comment-2704</link>
		<dc:creator><![CDATA[Artur Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 20:56:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9164#comment-2704</guid>
		<description><![CDATA[And I totally agree.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>And I totally agree.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A new era of political activism?, por Raphael Tsavkko Garcia por Take the long way home</title>
		<link>http://mundorama.net/2011/12/06/a-new-era-of-political-activism-por-raphael-tsavkko-garcia/comment-page-1/#comment-2703</link>
		<dc:creator><![CDATA[Take the long way home]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 22:04:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9081#comment-2703</guid>
		<description><![CDATA[Informação é poder, comunicação é o contra-poder, diz Manuel Castells. A propósito, o sociólogo espanhol é uma ótima referência para quem estuda ativismo político-social na era da Internet.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Informação é poder, comunicação é o contra-poder, diz Manuel Castells. A propósito, o sociólogo espanhol é uma ótima referência para quem estuda ativismo político-social na era da Internet.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Os testes de mísseis iranianos e a construção de eventos relevantes para a segurança internacional, por Marcos Valle Machado da Silva por Raphael Victor Moreira B.Gomes</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/02/os-testes-de-misseis-iranianos-e-a-construcao-de-eventos-relevantes-para-a-seguranca-internacional-por-marcos-valle-machado-da-silva/comment-page-1/#comment-2701</link>
		<dc:creator><![CDATA[Raphael Victor Moreira B.Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:05:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9172#comment-2701</guid>
		<description><![CDATA[Prezado Marcos Valle Machado

Perfeita observação, tanto de segurança internacional quanto de mostrar o quanto a mídia é imparcial. 
Devido a uma sociedade cheia de idiossincrasias relativas principalmente a percepção e estudo, fazer analises dessa forma é muito interessante. Ainda mais apartir dessa onda de &quot;Arabefobia&quot; que vivemos desde 11 de setembro, e no momento com a Primavera Arabe. As pessoas não atentam a dizer que o Irã esta sobrepujado de Estados tampões Estadunidenses no Oriente Médio.Pois a todo custo Estados como EUA, França e Inglaterra  desrespeitam a região, quem se lembra dos acordos Sykes Picot ??]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Marcos Valle Machado</p>
<p>Perfeita observação, tanto de segurança internacional quanto de mostrar o quanto a mídia é imparcial.<br />
Devido a uma sociedade cheia de idiossincrasias relativas principalmente a percepção e estudo, fazer analises dessa forma é muito interessante. Ainda mais apartir dessa onda de &#8220;Arabefobia&#8221; que vivemos desde 11 de setembro, e no momento com a Primavera Arabe. As pessoas não atentam a dizer que o Irã esta sobrepujado de Estados tampões Estadunidenses no Oriente Médio.Pois a todo custo Estados como EUA, França e Inglaterra  desrespeitam a região, quem se lembra dos acordos Sykes Picot ??</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre As relações Brasil-Cuba: liberalização, integração e desenvolvimento, por Bruno Pereira Rezende por Dai</title>
		<link>http://mundorama.net/2010/09/19/as-relacoes-brasil-cuba-liberalizacao-integracao-e-desenvolvimento-por-bruno-pereira-rezende/comment-page-1/#comment-2699</link>
		<dc:creator><![CDATA[Dai]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:39:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Bruno, fico feliz pela sua vitória na carreira diplomática e pelo ótimo texto desenvolvido sobre o tema Brasil- Cuba (acordos bilaterais). Parabéns!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Bruno, fico feliz pela sua vitória na carreira diplomática e pelo ótimo texto desenvolvido sobre o tema Brasil- Cuba (acordos bilaterais). Parabéns!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Why Japan Shouldn’t Say Sayonara to its Nuclear Energy, por Diogo Mamoru Ide por Robson Valdez</title>
		<link>http://mundorama.net/2012/01/03/why-japan-shouldnt-say-sayonara-to-its-nuclear-energy-por-diogo-mamoru-ide/comment-page-1/#comment-2696</link>
		<dc:creator><![CDATA[Robson Valdez]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 16:45:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9164#comment-2696</guid>
		<description><![CDATA[Gostei do artigo! Dados  e argumentos muito pertinentes ao tema do uso da energia nuclear. Congratulações!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do artigo! Dados  e argumentos muito pertinentes ao tema do uso da energia nuclear. Congratulações!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A construção de Belo Monte e suas implicações na política externa brasileira, por Taís Sandrim Julião por Paulo César Gonçalves Ferreira</title>
		<link>http://mundorama.net/2011/12/13/a-construcao-de-belo-monte-e-suas-implicacoes-na-politica-externa-brasileira-por-tais-sandrim-juliao/comment-page-1/#comment-2694</link>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo César Gonçalves Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 02:40:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mundorama.net/?p=9102#comment-2694</guid>
		<description><![CDATA[Embora a natureza polêmica em torno do projeto da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte seja uma conseqüência natural da contemporaneidade midiática dos meios de comunicação, tanto porque as vertentes da informação é uma complexa rede de sistemas de discussão envolvendo o conflito de interesses políticos, econômicos, ambientais e culturais, todos tentando fazer prevalecer sua influência no processo de tomada de decisão pela participação por meio de mecanismos sustentados legitimamente pelos direitos constitucionais. É, portanto, de fundamental importância considerar que a globalização da informação pela tecnologia desenvolvimentista da informática, que por sua vez influencia o crescente processo de especialização da comunicação pela mídia, transformou radicalmente a forma de participação democrática dos movimentos político-sociais no mundo, vindo a mobilizar rapidamente a opinião pública, tornando-a mais influente no processo de efetivação das decisões do Estado.

É função de o Estado promover o desenvolvimento do País e cabe a ele executar as ações tomadas no processo decisório diante da demanda das necessidades de infraetrutura. Com a grande carência de fontes energéticas limpas e a crescente urgência de substituir o petróleo como principal fonte energética que movimenta o mundo econômico, antes do agravamento altamente comprometedor dos problemas ambientais, faz-se imperativo buscar recursos energéticos em locais do planeta que oferecem a vocação natural de exploração dessas fontes. Felizmente o Brasil é um desses locais com grande potencial para fomentar a produção de energia limpa de forma autônoma, e a hidroeletricidade é a principal fonte de produção dessa energia limpa no País.

Porém, as explorações desses recursos naturais devem ser rigorosamente pautadas em estudos que consideram a intervenção no meio ambiente como um processo crucial a ser equacionado, de modo a adequar o projeto com medidas de proteção e segurança viáveis para evitar um impacto destrutivo no raio de influência da hidrelétrica. É importante considerar que as hidrelétricas são indispensáveis fontes de produção de energia limpa e desenvolvimento sustentável. O Brasil não pode se dar ao luxo de não tornar disponível as fontes naturais de energia limpa e também não assumir sua condição de liderança econômica na América Latina. Competir no mercado internacional com maior independência política e maior autonomia econômica são outro fator que a construção da usina proporcionará, além  de resolver grande parte dos problemas internos provocados pela demanda crescente de energia elétrica .]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a natureza polêmica em torno do projeto da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte seja uma conseqüência natural da contemporaneidade midiática dos meios de comunicação, tanto porque as vertentes da informação é uma complexa rede de sistemas de discussão envolvendo o conflito de interesses políticos, econômicos, ambientais e culturais, todos tentando fazer prevalecer sua influência no processo de tomada de decisão pela participação por meio de mecanismos sustentados legitimamente pelos direitos constitucionais. É, portanto, de fundamental importância considerar que a globalização da informação pela tecnologia desenvolvimentista da informática, que por sua vez influencia o crescente processo de especialização da comunicação pela mídia, transformou radicalmente a forma de participação democrática dos movimentos político-sociais no mundo, vindo a mobilizar rapidamente a opinião pública, tornando-a mais influente no processo de efetivação das decisões do Estado.</p>
<p>É função de o Estado promover o desenvolvimento do País e cabe a ele executar as ações tomadas no processo decisório diante da demanda das necessidades de infraetrutura. Com a grande carência de fontes energéticas limpas e a crescente urgência de substituir o petróleo como principal fonte energética que movimenta o mundo econômico, antes do agravamento altamente comprometedor dos problemas ambientais, faz-se imperativo buscar recursos energéticos em locais do planeta que oferecem a vocação natural de exploração dessas fontes. Felizmente o Brasil é um desses locais com grande potencial para fomentar a produção de energia limpa de forma autônoma, e a hidroeletricidade é a principal fonte de produção dessa energia limpa no País.</p>
<p>Porém, as explorações desses recursos naturais devem ser rigorosamente pautadas em estudos que consideram a intervenção no meio ambiente como um processo crucial a ser equacionado, de modo a adequar o projeto com medidas de proteção e segurança viáveis para evitar um impacto destrutivo no raio de influência da hidrelétrica. É importante considerar que as hidrelétricas são indispensáveis fontes de produção de energia limpa e desenvolvimento sustentável. O Brasil não pode se dar ao luxo de não tornar disponível as fontes naturais de energia limpa e também não assumir sua condição de liderança econômica na América Latina. Competir no mercado internacional com maior independência política e maior autonomia econômica são outro fator que a construção da usina proporcionará, além  de resolver grande parte dos problemas internos provocados pela demanda crescente de energia elétrica .</p>
]]></content:encoded>
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