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	<title>Comentários sobre: Os porta-aviões e o domínio dos mares: estratégia naval contemporânea, por João Fábio Bertonha</title>
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	<description>Divulgação Científica em Relações Internacionais - ISSN 2175-2052</description>
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		<title>Por: José L. Mateus Patrocínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José L. Mateus Patrocínio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 21:21:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Existem teorias politico-militares que revelaram no passado de que as duas principais potências USA e EX USoviética tinham domínios e por conseguinte pretensões diferentes. Os primeiros com uma frota naval e aérea dominadora e a segunda terrestre e naval. A posição geográfica assim os obrigava. Com a nova ordem internacional e o surgimento de potências regionais:China, U. Indiana, Brasil, Argentina, Austrália e as já tradicionais na Europa que o texto refere e por consequência uma readaptação e modernização das forças armadas tendo em consideração os seus custos que para todos, mesmo para os USA são insuportàveis em manter. Efectivamente, um Porta-aviões é segundo os especialistas de custos elevadíssimos quer em técnicos e capital. Estas potências eram até há pouco tempo internacionais, estando há sua disposição um suporte ideológico, técnico e financeiro espalhado pelo globo e actualmente tudo indica a China seguir a mesma orientação. tecnicamente é conhecida a capacidade do Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e Japão ( se estiverem interessados) em adquirir essa tecnologia. Duvidamos que a China já tenha adquirido esse potencial ou que nações da América do Sul ou U. Indiana tenham esses estudos ou financeiramente possam desenvolver. A venda de material de guerra por alguns países a outras potências regionais já indiciavam ser ultrapassados.  No futuro próximo não existirá rivalidade naval, acompanhada da aèrea para os EUA, o mesmo para a aérea e terrestre Russa. Desconhecemos a dos europeus por não darem a conhecer ou por não terem entrado em conflitos recentemente. Aliás a força aérea de outros países não mencionados no texto e que tudo indica serem das mais eficazes em relação à sua técnica e orientação são esquecidas. A sueca, canadiense ou italiana que existem em qualidade, são países que criaram modelos e fabricantes de aviões, alguns com muita qualidade. 
Não refere o texto, no domínio dos mares, o submarino que em situação de conflito pode destruír por completo uma frota desorientada e que possivelmente irão aparecer a curto prazo alguns exemplares. 
Num possível conflito a médio prazo, a força aérea de qualquer país e armas associadas, mísseis e outros desempenharão um papel fundamental. O mesmo se entenderá na armada, nomeadamente a submergível. deixemos este assunto, por parecer em minha opinião ser a modernização e aparecimento de novas armas mais com o objectivo em intimidar do que própriamente colocar em prática. 
Actualmente, com uma crise económica, financeira e de valores humanos que o globo está a ser sujeito, parece que a industria de armamente sofrerá um corte no orçamento por se desejar canalizar esse capital para suportar a crise atrás referenciada. Foi precisamente o despender de uma parte considerável do orçamento soviético para a defesa que contribuiu para o termino do regime e consequente abertura.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Existem teorias politico-militares que revelaram no passado de que as duas principais potências USA e EX USoviética tinham domínios e por conseguinte pretensões diferentes. Os primeiros com uma frota naval e aérea dominadora e a segunda terrestre e naval. A posição geográfica assim os obrigava. Com a nova ordem internacional e o surgimento de potências regionais:China, U. Indiana, Brasil, Argentina, Austrália e as já tradicionais na Europa que o texto refere e por consequência uma readaptação e modernização das forças armadas tendo em consideração os seus custos que para todos, mesmo para os USA são insuportàveis em manter. Efectivamente, um Porta-aviões é segundo os especialistas de custos elevadíssimos quer em técnicos e capital. Estas potências eram até há pouco tempo internacionais, estando há sua disposição um suporte ideológico, técnico e financeiro espalhado pelo globo e actualmente tudo indica a China seguir a mesma orientação. tecnicamente é conhecida a capacidade do Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e Japão ( se estiverem interessados) em adquirir essa tecnologia. Duvidamos que a China já tenha adquirido esse potencial ou que nações da América do Sul ou U. Indiana tenham esses estudos ou financeiramente possam desenvolver. A venda de material de guerra por alguns países a outras potências regionais já indiciavam ser ultrapassados.  No futuro próximo não existirá rivalidade naval, acompanhada da aèrea para os EUA, o mesmo para a aérea e terrestre Russa. Desconhecemos a dos europeus por não darem a conhecer ou por não terem entrado em conflitos recentemente. Aliás a força aérea de outros países não mencionados no texto e que tudo indica serem das mais eficazes em relação à sua técnica e orientação são esquecidas. A sueca, canadiense ou italiana que existem em qualidade, são países que criaram modelos e fabricantes de aviões, alguns com muita qualidade.<br />
Não refere o texto, no domínio dos mares, o submarino que em situação de conflito pode destruír por completo uma frota desorientada e que possivelmente irão aparecer a curto prazo alguns exemplares.<br />
Num possível conflito a médio prazo, a força aérea de qualquer país e armas associadas, mísseis e outros desempenharão um papel fundamental. O mesmo se entenderá na armada, nomeadamente a submergível. deixemos este assunto, por parecer em minha opinião ser a modernização e aparecimento de novas armas mais com o objectivo em intimidar do que própriamente colocar em prática.<br />
Actualmente, com uma crise económica, financeira e de valores humanos que o globo está a ser sujeito, parece que a industria de armamente sofrerá um corte no orçamento por se desejar canalizar esse capital para suportar a crise atrás referenciada. Foi precisamente o despender de uma parte considerável do orçamento soviético para a defesa que contribuiu para o termino do regime e consequente abertura.</p>
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