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	<title>Comentários sobre: A União Européia e o Asno de Buridan: os caminhos do Tratado de Lisboa, por Ricardo dos Santos Poletto</title>
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	<description>Divulgação Científica em Relações Internacionais - ISSN 2175-2052</description>
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		<title>Por: José Luís M.Patrocínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Luís M.Patrocínio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 23:47:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A nova conjuntura internacional exige uma reflexão profunda por parte da União europeia, assim como por outras regiões, nomeadamente dos EUA, Extremo Oriente e outras que não estão alheias e por conseguinte a esta alteração profunda que assistimos nas últimas décadas. Efectivamente, a Europa e quem é deste continente com alguma formação académica sabe perfeitamente que não existe nenhuma região do globo que num espaço tão reduzido tenha uma diferencição cultural, social, linguistica, económica, religiosa e outras tão grande como este continente.Alguém já terá designado a Europa como uma manta de retalhos, desta forma é difícil para quem reside ou eteja habituado a uma vivência exterior a este espaço, compreender por vezes o que se passa neste continente. Velho e explorado, revela com frequência desejos de alterações que contribuem para alterações conjunturais favoráves ao homem, independentemete da sua localização geográfica. Não será fácil para qualquer cidadão que esteja neste momento disfrutando dos prazeres que a vida lhes possa oferecer algures em Manila, Melborne, Pretória, Cairo, Filadélfia, Manágua, Belo Horizonte, Tóquio, Calcutà ... por mais patriotas que sejam, compreender o europeu. Se fizerem uma reflexão, mesmo superficial que seja, fácilmente constactarão os elos que os ligam à Europa. Laços de parentesto, culturais, económicos, históricos e outros são fáceis de detectar num passado muito recente. Esta afirmação não têm sentido prejurativo ou depreseativo do europeu face a qualquer outro cidãdão exterior, são os efeitos irreversíveis de uma expressão que teve o nome de colonialismo que para os mais audazes desprezam e tentam por tudo apagar dos manuais. Os tempos são outros. Todavia sem a aplicação deste conceito, teríamos neste momento um grau de desenvolvimento inferior, apesar da enorme diversidade ética e social, mas um estandarte branco, preto, amarelo e vermelho em separado e desconheceríamos as suas combinações. 
Para que a Europa não entre na inércia e como o Mundo exige , em traços muito genéricos, defende valores que são intrínsecos aos europeus, sob aspectos eoonómicos e tenta criar condições políticas e intitucionais face à nova conjuntura internacional. O desafio da globalização exige também uma maior aproximação do cidadão, melhor entendimento às alterações. Este êxito só será possível se a  União Europeia revelar eficácia nas suas instituições e tenha capacidade de preparar os seus cidadãos para o futuro. As transformações serão acompanhadas também por alterações em poderes tais como o legisltivo em que o reforço do carácter democrático será uma preocupação. os aspectos humanos no que concerne à dignidade humana, o incentivo para a participação na vida democrática, a defesa de valores mais amplos que lhe são intríscos e outros, que apesar de não estarem directamente relacioados o influencia: os fenómenos climatéricos, energéticos ou até desportivos e outros foram preocupação desta conferência. Tentar saír da inércia em que nos encontramos em certa medida já deixa de ser racional. Não será fácil. Por um lado a prática já nos disse ser oposta.
 Estes postulados são combatidos diáriamente pelos mídia, ao revelarem exemplos contrários ao defendido por esta conferência. Notícias em avalanche são constantes e em certa medida ofensa por vezes para quem vem a público defender estes ideais. Com sinceridade não servem de exemplo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nova conjuntura internacional exige uma reflexão profunda por parte da União europeia, assim como por outras regiões, nomeadamente dos EUA, Extremo Oriente e outras que não estão alheias e por conseguinte a esta alteração profunda que assistimos nas últimas décadas. Efectivamente, a Europa e quem é deste continente com alguma formação académica sabe perfeitamente que não existe nenhuma região do globo que num espaço tão reduzido tenha uma diferencição cultural, social, linguistica, económica, religiosa e outras tão grande como este continente.Alguém já terá designado a Europa como uma manta de retalhos, desta forma é difícil para quem reside ou eteja habituado a uma vivência exterior a este espaço, compreender por vezes o que se passa neste continente. Velho e explorado, revela com frequência desejos de alterações que contribuem para alterações conjunturais favoráves ao homem, independentemete da sua localização geográfica. Não será fácil para qualquer cidadão que esteja neste momento disfrutando dos prazeres que a vida lhes possa oferecer algures em Manila, Melborne, Pretória, Cairo, Filadélfia, Manágua, Belo Horizonte, Tóquio, Calcutà &#8230; por mais patriotas que sejam, compreender o europeu. Se fizerem uma reflexão, mesmo superficial que seja, fácilmente constactarão os elos que os ligam à Europa. Laços de parentesto, culturais, económicos, históricos e outros são fáceis de detectar num passado muito recente. Esta afirmação não têm sentido prejurativo ou depreseativo do europeu face a qualquer outro cidãdão exterior, são os efeitos irreversíveis de uma expressão que teve o nome de colonialismo que para os mais audazes desprezam e tentam por tudo apagar dos manuais. Os tempos são outros. Todavia sem a aplicação deste conceito, teríamos neste momento um grau de desenvolvimento inferior, apesar da enorme diversidade ética e social, mas um estandarte branco, preto, amarelo e vermelho em separado e desconheceríamos as suas combinações.<br />
Para que a Europa não entre na inércia e como o Mundo exige , em traços muito genéricos, defende valores que são intrínsecos aos europeus, sob aspectos eoonómicos e tenta criar condições políticas e intitucionais face à nova conjuntura internacional. O desafio da globalização exige também uma maior aproximação do cidadão, melhor entendimento às alterações. Este êxito só será possível se a  União Europeia revelar eficácia nas suas instituições e tenha capacidade de preparar os seus cidadãos para o futuro. As transformações serão acompanhadas também por alterações em poderes tais como o legisltivo em que o reforço do carácter democrático será uma preocupação. os aspectos humanos no que concerne à dignidade humana, o incentivo para a participação na vida democrática, a defesa de valores mais amplos que lhe são intríscos e outros, que apesar de não estarem directamente relacioados o influencia: os fenómenos climatéricos, energéticos ou até desportivos e outros foram preocupação desta conferência. Tentar saír da inércia em que nos encontramos em certa medida já deixa de ser racional. Não será fácil. Por um lado a prática já nos disse ser oposta.<br />
 Estes postulados são combatidos diáriamente pelos mídia, ao revelarem exemplos contrários ao defendido por esta conferência. Notícias em avalanche são constantes e em certa medida ofensa por vezes para quem vem a público defender estes ideais. Com sinceridade não servem de exemplo.</p>
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