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	<title>Comentários sobre: Nadando contra a “maré vermelha”: análise da suposta tendência à esquerda da América Latina, por Rodrigo Wiese Randig</title>
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	<description>Divulgação Científica em Relações Internacionais - ISSN 2175-2052</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 12:30:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Bruno Lima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 17:20:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olha, bastante breve: Não estudo formalmente a área de Relações Internacionais, o q não significa q não estou autorizado para emitir opiniões tão legítimas qto as aqui postadas. Acontece, q noto um discurso fraco e q se embasa em conceitos frágeis para limitar o q é &#039;esquerda&#039;. Assim, prejudica-se todo a análise. Mas prefiro apenas comentar um dado, uma passagem do texto: &quot;O fato - incontestável - é que Uribe tem promovido melhorias significativas e diretamente sentidas pela população de seu país. Durante seu governo, os níveis de criminalidade foram extremamente reduzidos, a economia do país revigorou-se e diversos programas sociais foram instituídos de forma eficiente. A significativa melhora da situação do país, outrora considerado o mais problemático da América do Sul, é a justificativa óbvia para seus altíssimos níveis de popularidade&quot;. Olha, caro autor deste texto, se por um acaso nos encontrarmos num certo debate, q seja lá pra frente, é bem possível (até apostaria)q teremos dados e provas factuais de quão falacioso e mentiroso é o q escreveste nesse parágrafo. Sugiro q vc aprofunde seu debate do pq e como acerca dos &#039;níveis de criminalidade&#039;.
Abraços,

Bruno Lima
Bahia Brasil]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, bastante breve: Não estudo formalmente a área de Relações Internacionais, o q não significa q não estou autorizado para emitir opiniões tão legítimas qto as aqui postadas. Acontece, q noto um discurso fraco e q se embasa em conceitos frágeis para limitar o q é &#8216;esquerda&#8217;. Assim, prejudica-se todo a análise. Mas prefiro apenas comentar um dado, uma passagem do texto: &#8220;O fato &#8211; incontestável &#8211; é que Uribe tem promovido melhorias significativas e diretamente sentidas pela população de seu país. Durante seu governo, os níveis de criminalidade foram extremamente reduzidos, a economia do país revigorou-se e diversos programas sociais foram instituídos de forma eficiente. A significativa melhora da situação do país, outrora considerado o mais problemático da América do Sul, é a justificativa óbvia para seus altíssimos níveis de popularidade&#8221;. Olha, caro autor deste texto, se por um acaso nos encontrarmos num certo debate, q seja lá pra frente, é bem possível (até apostaria)q teremos dados e provas factuais de quão falacioso e mentiroso é o q escreveste nesse parágrafo. Sugiro q vc aprofunde seu debate do pq e como acerca dos &#8216;níveis de criminalidade&#8217;.<br />
Abraços,</p>
<p>Bruno Lima<br />
Bahia Brasil</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Artur</title>
		<link>http://mundorama.net/2008/06/06/nadando-contra-a-%e2%80%9cmare-vermelha%e2%80%9d-analise-da-suposta-tendencia-a-esquerda-da-america-latina-por-rodrigo-wiese-randig/comment-page-1/#comment-666</link>
		<dc:creator><![CDATA[Artur]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 22:57:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rodrigo,

Não penso que o texto esteja ideologizado. O que você advoga é que a metáfora faz uso de um quadro conceitual empiricista em que a demarcação de posições políticas acaba sendo arbitrária dependendo de que polo seja tomado como base. 
A crítica construtivista ao argumento empiricista questiona a criação de TIPOS artificiais em virtude de diferenças GRAU. Nesse sentido vale perguntar se a popularidade dos líderes da América Latina não estaria relacionada a uma reconstrução do escopo estatal. Vale lembrar que quem primeiro idealizou uma ampliação das funções do Estado foi Keynes que é por muitos considerado o salvador do capitalismo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>Não penso que o texto esteja ideologizado. O que você advoga é que a metáfora faz uso de um quadro conceitual empiricista em que a demarcação de posições políticas acaba sendo arbitrária dependendo de que polo seja tomado como base.<br />
A crítica construtivista ao argumento empiricista questiona a criação de TIPOS artificiais em virtude de diferenças GRAU. Nesse sentido vale perguntar se a popularidade dos líderes da América Latina não estaria relacionada a uma reconstrução do escopo estatal. Vale lembrar que quem primeiro idealizou uma ampliação das funções do Estado foi Keynes que é por muitos considerado o salvador do capitalismo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Norma BS</title>
		<link>http://mundorama.net/2008/06/06/nadando-contra-a-%e2%80%9cmare-vermelha%e2%80%9d-analise-da-suposta-tendencia-a-esquerda-da-america-latina-por-rodrigo-wiese-randig/comment-page-1/#comment-659</link>
		<dc:creator><![CDATA[Norma BS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 20:28:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prezado Rodrigo,

Parabéns pelo seu artigo.

Não concordo com o comentário feito pelo Zé, mas eu perguntaria: onde está o problema em afirmar que certos governos têm uma plataforma mais à esquerda, outros mais à direita. &quot;Esquerda&quot; é palavrão? Não. Tampouco &quot;direita&quot;. É claro que são adjetivos insuficientes para clarificar a natureza dos diversos governos na América do Sul. Qualquer adjetivo seria suficiente. Não creio, porém, que os seus argumentos sejam convincentes para que não se fale em maré vermelha. Vários governos sul-americanos são suficientemente semelhantes para serem percebidos como estando mais à esuerda. Penso que a metáfora é razoavelmente útil para se fazer referência às aproximações e distanciamentos entre governos na América do Sul. Não estamos falando de um conteito muito elaborado, apenas de uma metáfora jornalística - razoavelmente boa, na minha opinião.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Rodrigo,</p>
<p>Parabéns pelo seu artigo.</p>
<p>Não concordo com o comentário feito pelo Zé, mas eu perguntaria: onde está o problema em afirmar que certos governos têm uma plataforma mais à esquerda, outros mais à direita. &#8220;Esquerda&#8221; é palavrão? Não. Tampouco &#8220;direita&#8221;. É claro que são adjetivos insuficientes para clarificar a natureza dos diversos governos na América do Sul. Qualquer adjetivo seria suficiente. Não creio, porém, que os seus argumentos sejam convincentes para que não se fale em maré vermelha. Vários governos sul-americanos são suficientemente semelhantes para serem percebidos como estando mais à esuerda. Penso que a metáfora é razoavelmente útil para se fazer referência às aproximações e distanciamentos entre governos na América do Sul. Não estamos falando de um conteito muito elaborado, apenas de uma metáfora jornalística &#8211; razoavelmente boa, na minha opinião.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://mundorama.net/2008/06/06/nadando-contra-a-%e2%80%9cmare-vermelha%e2%80%9d-analise-da-suposta-tendencia-a-esquerda-da-america-latina-por-rodrigo-wiese-randig/comment-page-1/#comment-658</link>
		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 10:13:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O próprio texto é ideologizado tal como a esquerda (e da mais velha), na medida em que vincula o movimento de esquerda apenas com intenções imaculadas e realizações &quot;bondosas&quot;, estas últimas sempre restritas ao campo sócio-econômico. O autor nega a ideologização esquerdista da América Latina para, no fim das contas, tentar garantir a neutralidade - falsa - do seu ponto de vista. Mas isso é precisamente uma característica essencial da esquerda, em rigorosos termos históricos e intelectuais: escamotear a sua própria unidade autoral, ou seus sólidos e reais nexos histórico-intelectuais de &quot;solidariedade&quot;, palavra tradicionalmente cara à sua seção latino-americana.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O próprio texto é ideologizado tal como a esquerda (e da mais velha), na medida em que vincula o movimento de esquerda apenas com intenções imaculadas e realizações &#8220;bondosas&#8221;, estas últimas sempre restritas ao campo sócio-econômico. O autor nega a ideologização esquerdista da América Latina para, no fim das contas, tentar garantir a neutralidade &#8211; falsa &#8211; do seu ponto de vista. Mas isso é precisamente uma característica essencial da esquerda, em rigorosos termos históricos e intelectuais: escamotear a sua própria unidade autoral, ou seus sólidos e reais nexos histórico-intelectuais de &#8220;solidariedade&#8221;, palavra tradicionalmente cara à sua seção latino-americana.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Nadando contra a “maré vermelha”: análise da suposta tendência à esquerda da América Latina, por Rodrigo Wiese Randig &#171; Meridiano 47</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nadando contra a “maré vermelha”: análise da suposta tendência à esquerda da América Latina, por Rodrigo Wiese Randig &#171; Meridiano 47]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 15:46:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cafemundorama.wordpress.com/?p=658#comment-656</guid>
		<description><![CDATA[[...] Comentar este artigo e interagir com o seu autor. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Comentar este artigo e interagir com o seu autor. [...]</p>
]]></content:encoded>
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