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	<title>Comentários sobre: Cambio con continuidad o continuidad sin cambio: um balanço dos 150 dias de governo de Cristina Kirchner, por Marcos Paulo de Araújo Ribeiro</title>
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	<description>Divulgação Científica em Relações Internacionais - ISSN 2175-2052</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 12:30:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: JLMPatrocínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JLMPatrocínio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:26:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cambio con continuidad o continuidad sin cambio, a certeza segundo o autor do artigo é que Cristina parece não conseguir afastar o espectro da crise profunda em que a Argentina mergulhou.
Efectivamente, numa situação análoga que tudo indica não servir qualquer estrato da sociedade argentina, mesmo os mais abastados. Mobilizar a sociedade não compete apenas a uma individualide.Será necessário todos os sectores, mesmo aqueles que num primeiro instante parecem ser antagónicos. 
As relações com os países vizinhos são importantes. Todavia a Argentina continua a ter uma imagem positiva para nós europeus, não só pela simpatia do seu povo mas por ter sido  terra promissora para os nossos avós.Porém, hoje, a referência aparece quando da realização do Mundial de futebol e pouco mais. 
A diplomacia deste país parece não ser arrogante, principalmente para nós europeus. 
 A prática têm revelado que a necessidade de investimento exterior só será possivel com um governo estável, paz social, crédito do sector financeiro na banca internacional e uma política concertada a médio e longo prazo que se desejam cumpridas em traços gerais independentemente da ideologia política dos próximos líderes. 
A conjuntura internacional não facilita a resolução das questões indicadas no artigo e mesmo extruturalmente depende muito da primeira. Não obstante esta realidade complexa, em situações de crise normalmente são os salários que são combatidos e não acompanham o poder de compra, o desemprego é galopante, são efectuados cortes na assistência social, perda de produtividade, quebra no crecimento económico, perturbações sociais, enfim é o efeito dominó. Normalmente a saída pacífica desta situação têm origem no impulso da construção civil e aparecimento de obras de vulto( construção de auto-estradas, hospitais, portos, aeroportos, etc), reestruturação dos sectores de actividade, faz--se uma concertação social em que junte homens de bom senso ( empresários e sindicatos principalmente), fazem-se reformas que venham a atingir as gerações vindouras, dão-se garantias de segurança à população através das forças de segurança e militarizadas com espirito democrático, reforçam-se os laços com o exterior principalmente onde se encontra a comunidade emigrante retirando daí proveito, reforçam-se os laços com os países que fazem parte do Mercosul, baixa-se a cotação do peso de forma a incentivar as exportações, criam-se acções com apoio estatal para modernizar as empresas, ao mesmo tempo que se estimula a injecção de capitais exteriores, nomeadamente das regiões mais desenvolvidas, incentivam-se acções culturais e desportivas para o exterior. 
Estas premissas parecem ser suficientes e tanto se podem aplicar à Argentina como qualquer outro país da região. Apesar da fazerem parte do mesmo continente são contextos diferentes mas parte de um todo que se interliga. 
Os nossos antepassados tiveram que emigrar, muitos deles para a pamba e outros ficaram e por isso tiveram de trabalhar dia e noite.
 Desejamos os maiores êxitos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cambio con continuidad o continuidad sin cambio, a certeza segundo o autor do artigo é que Cristina parece não conseguir afastar o espectro da crise profunda em que a Argentina mergulhou.<br />
Efectivamente, numa situação análoga que tudo indica não servir qualquer estrato da sociedade argentina, mesmo os mais abastados. Mobilizar a sociedade não compete apenas a uma individualide.Será necessário todos os sectores, mesmo aqueles que num primeiro instante parecem ser antagónicos.<br />
As relações com os países vizinhos são importantes. Todavia a Argentina continua a ter uma imagem positiva para nós europeus, não só pela simpatia do seu povo mas por ter sido  terra promissora para os nossos avós.Porém, hoje, a referência aparece quando da realização do Mundial de futebol e pouco mais.<br />
A diplomacia deste país parece não ser arrogante, principalmente para nós europeus.<br />
 A prática têm revelado que a necessidade de investimento exterior só será possivel com um governo estável, paz social, crédito do sector financeiro na banca internacional e uma política concertada a médio e longo prazo que se desejam cumpridas em traços gerais independentemente da ideologia política dos próximos líderes.<br />
A conjuntura internacional não facilita a resolução das questões indicadas no artigo e mesmo extruturalmente depende muito da primeira. Não obstante esta realidade complexa, em situações de crise normalmente são os salários que são combatidos e não acompanham o poder de compra, o desemprego é galopante, são efectuados cortes na assistência social, perda de produtividade, quebra no crecimento económico, perturbações sociais, enfim é o efeito dominó. Normalmente a saída pacífica desta situação têm origem no impulso da construção civil e aparecimento de obras de vulto( construção de auto-estradas, hospitais, portos, aeroportos, etc), reestruturação dos sectores de actividade, faz&#8211;se uma concertação social em que junte homens de bom senso ( empresários e sindicatos principalmente), fazem-se reformas que venham a atingir as gerações vindouras, dão-se garantias de segurança à população através das forças de segurança e militarizadas com espirito democrático, reforçam-se os laços com o exterior principalmente onde se encontra a comunidade emigrante retirando daí proveito, reforçam-se os laços com os países que fazem parte do Mercosul, baixa-se a cotação do peso de forma a incentivar as exportações, criam-se acções com apoio estatal para modernizar as empresas, ao mesmo tempo que se estimula a injecção de capitais exteriores, nomeadamente das regiões mais desenvolvidas, incentivam-se acções culturais e desportivas para o exterior.<br />
Estas premissas parecem ser suficientes e tanto se podem aplicar à Argentina como qualquer outro país da região. Apesar da fazerem parte do mesmo continente são contextos diferentes mas parte de um todo que se interliga.<br />
Os nossos antepassados tiveram que emigrar, muitos deles para a pamba e outros ficaram e por isso tiveram de trabalhar dia e noite.<br />
 Desejamos os maiores êxitos.</p>
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		<title>Por: Cambio con continuidad o continuidad sin cambio: um balanço dos 150 dias de governo de Cristina Kirchner, por Marcos Paulo de Araújo Ribeiro &#171; Meridiano 47</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cambio con continuidad o continuidad sin cambio: um balanço dos 150 dias de governo de Cristina Kirchner, por Marcos Paulo de Araújo Ribeiro &#171; Meridiano 47]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 21:42:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Comentar este artigo e interagir com o seu autor. [...]]]></description>
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