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	<title>Comentários sobre: A aproximação das Olimpíadas e a questão tibetana: um novo fôlego para a conquista de direitos e liberdades no teto do mundo, por Wilson Tadashi Muraki Junior</title>
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	<description>Divulgação Científica em Relações Internacionais - ISSN 2175-2052</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 12:30:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: JLMP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JLMP]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 20:33:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A questão do Tibete parece ser de fácil resolução na actualidade para muitos leitores deste artigo. Porém, o autor do mesmo, revela nas frases que escreve que este assunto pode causar o chamado efeito dominó na região e outras consequências, nomeadamente na diplomacia com outros muito afastados geogréficamente. 
Também o Curdistão, a Ossétia e outras regiões integradas em determinados países, nomeadamente a segunda, são discussão quase que diária para os mais atentos. A integração de Hong Kong e Macau, assim como a exigência dos nacionalistas em relação a Taiwan, informa uma ONU que não está nas suas previsões abrir excepções relativamente a Lassa e outras que há imagem desta última seguiriam o exemplo e como alguns já defenderam seria a divisão do território Chinês em países independentes. Não nos esqueçamos que a República Chinesa têm acento permanente no Conselho de Segurança e há partida vetaria qualquer acção contrária aos seus interesses neste domínio. Tomando em consideraçâo este e outros acontecimentos internacionais, seria bom referir que a actual constituição do Conselho de Segurança e dos moldes como se orienta, é impotente para resolver atenpadamente e da forma mais correcta este tipo de acontecimentos, Outro aspecto a considerar é o da receptividade da diplomacia chinesa na região, consequência do desenvolvimento de muitos países, fortemente dependentes do desenvolvimento deste país. Quebrar o impeto de desenvolvimento ou algo análogo contra a China, será também contrário ao progresso e desenvolvimento das economias de muitos países asiáticos e de empresas do Ocidente. O Tibete está como se pode depreender da análise do documento nas estratégias a médio e longo prazo de Beijing. Riquezas ainda por apurar no domínio do subsolo, mas já evidênciadas, espaço pouco habitado e por isso necessário à construção civil e possivelmente zona habitacional de muitos no futuro, de outras regiões. Localização de nascentes de rios que vão irrigar os solos aráveis em grande parte dos percursos e água que no futuro será preciosissíma para abastecer as populações chinesa e de outros países. Um bem que começa a escassear em algumas regiões do globo. Região com importância geoestratégica muito importante para Beijing relativamente ao Sudoeste asiático. Estas e outras razões, acabam por ser mais importantes para as autoridades chinesas, independentemente dos actos hostis orientados por Dalai Lama ou que as tradições e a lígua de um povo sejam relegadas para segundo plano. Aproveitar um acontecimento que São os jogos olímpicos parece não ser correcto, por ser um acto universal onde devem estar representadas todas as nações e em que em poucos segundos ou minutos, um atleta estravassa o seu sacrifício de anos de investimento e trabalho.
 O artigo também faz referência há União Indiana. A questâo do Tibete para ser resolvida terá que ter a concordância de Nova Deli. Parte do território tibetiano está integrado neste último país.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão do Tibete parece ser de fácil resolução na actualidade para muitos leitores deste artigo. Porém, o autor do mesmo, revela nas frases que escreve que este assunto pode causar o chamado efeito dominó na região e outras consequências, nomeadamente na diplomacia com outros muito afastados geogréficamente.<br />
Também o Curdistão, a Ossétia e outras regiões integradas em determinados países, nomeadamente a segunda, são discussão quase que diária para os mais atentos. A integração de Hong Kong e Macau, assim como a exigência dos nacionalistas em relação a Taiwan, informa uma ONU que não está nas suas previsões abrir excepções relativamente a Lassa e outras que há imagem desta última seguiriam o exemplo e como alguns já defenderam seria a divisão do território Chinês em países independentes. Não nos esqueçamos que a República Chinesa têm acento permanente no Conselho de Segurança e há partida vetaria qualquer acção contrária aos seus interesses neste domínio. Tomando em consideraçâo este e outros acontecimentos internacionais, seria bom referir que a actual constituição do Conselho de Segurança e dos moldes como se orienta, é impotente para resolver atenpadamente e da forma mais correcta este tipo de acontecimentos, Outro aspecto a considerar é o da receptividade da diplomacia chinesa na região, consequência do desenvolvimento de muitos países, fortemente dependentes do desenvolvimento deste país. Quebrar o impeto de desenvolvimento ou algo análogo contra a China, será também contrário ao progresso e desenvolvimento das economias de muitos países asiáticos e de empresas do Ocidente. O Tibete está como se pode depreender da análise do documento nas estratégias a médio e longo prazo de Beijing. Riquezas ainda por apurar no domínio do subsolo, mas já evidênciadas, espaço pouco habitado e por isso necessário à construção civil e possivelmente zona habitacional de muitos no futuro, de outras regiões. Localização de nascentes de rios que vão irrigar os solos aráveis em grande parte dos percursos e água que no futuro será preciosissíma para abastecer as populações chinesa e de outros países. Um bem que começa a escassear em algumas regiões do globo. Região com importância geoestratégica muito importante para Beijing relativamente ao Sudoeste asiático. Estas e outras razões, acabam por ser mais importantes para as autoridades chinesas, independentemente dos actos hostis orientados por Dalai Lama ou que as tradições e a lígua de um povo sejam relegadas para segundo plano. Aproveitar um acontecimento que São os jogos olímpicos parece não ser correcto, por ser um acto universal onde devem estar representadas todas as nações e em que em poucos segundos ou minutos, um atleta estravassa o seu sacrifício de anos de investimento e trabalho.<br />
 O artigo também faz referência há União Indiana. A questâo do Tibete para ser resolvida terá que ter a concordância de Nova Deli. Parte do território tibetiano está integrado neste último país.</p>
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		<title>Por: A aproximação das Olimpíadas e a questão tibetana: um novo fôlego para a conquista de direitos e liberdades no teto do mundo, por Wilson Tadashi Muraki Junior &#171; Meridiano 47</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A aproximação das Olimpíadas e a questão tibetana: um novo fôlego para a conquista de direitos e liberdades no teto do mundo, por Wilson Tadashi Muraki Junior &#171; Meridiano 47]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 01:40:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Comentar este artigo e interagir com o seu autor. [...]]]></description>
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